A um jovem Poeta

Você, que ainda é puro e sabe o quão fundamental é ela para a sua aventura de poeta, fica irado contra os outros, ao sentir que a sua presente agressividade é fruto de um complexo de culpa. É você, não os outros, quem está em crise. E se os outros também o estiverem, razão a mais para você afirmar-se em sua luta, que é a luta de todo poeta, para ajudá-lo a sair dela. Pois você não auxiliará ninguém, muito menos a si mesmo, se seu coração não estiver limpo de ressentimento e sua luta contra "o outro" não for constante. "O outro", não preciso dizer, é você próprio. É o súcubo que, todos, temos dentro de nós; o ser calhorda, comprável com a moeda da mentira e da lisonja, que de repente adota a gratuidade como norma, por isso que a paixão é mais insaciável que o infinito aberto em cima. E a paixão não se vende nunca.
Cada poeta é uma coisa em si, mas todos os poetas devem o mesmo à Poesia: a própria vida. Há, o poeta, que queimar-se e causar sempre mal-estar aos que não se queimam. Há que ser o grande ferido, o grande inconformado, o grande pródigo. Há que viver em pranto por dentro e por fora, de alegria ou de sofrimento, e nunca dizer "não" a ninguém, nem mesmo àqueles que optaram pelo não chorar.
Você meu caro Jovem Poeta, que foi dotado de talento e de beleza, não tem o direito de negar-se ao seu martírio. Só ele pode tornar a sua poesia emocionante. Só ele pode salvá-lo do formalismo em que caem os que se recusam a estar sempre despertos. É preciso que todos vejam a luz que seu coração transverbera, mesmo coberto por bons panos. Não negue o seu olhar de poeta aos homens que precisam dele, mesmo tendo o pudor de confessá-lo. Abra a sua camisa e saia para o grande encontro.
Vinicius de Moraes

quinta-feira, 10 de março de 2011

Retornando

Depois de muito tempo de volta! refeito, descansado, entusiasmado! estava na hora de voltar a atualizar esse Blog. Quero lembrar, que esse ano vou postar algumas produções fruto do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Comunicação Social da UFMA. Meu campo de estágio foi na assessoria da própria Universidade (Núcleo de TV), mas para não descaracterizar a intenção e os objetivos deste Blog, também terão espaço textos religiosos, cinema, filosofia entre outros. 

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

4 meses de saudade

Hoje completa 4 meses do assassinato de meu amigo Mario. não planejei escrever esse artigo, mas meu coração pediu ao ver meu blog. A todo momento me sentia apoiado por ele no meu empreendimento com as novas mídias. É significativo que a ultimas palavras que ele me falou foi sobre o Twitter, um elogio por ter atualizado.

Que saudade sinto Amigo! falo como se pudesse estar aqui para ler! Aquela conversa a quatro meses atrás. se soubesse que era sua despedida seria diferente.

Lembro o café das madrugadas!
Do seu sorriso!Daquele olhar que incluia a todos!
Um olhar simples, mais humano e acolhedor!
E quantas vezes vi aquele olhar se perder nos horizontes de preocupações que não conseguia sondar.

Na quinta feira passada comecei a sorrir! me lembrei de quando era adoração e você todo comprido, entrando com um pequenino Ostensório. rsrsrsrs

Um grande amigo... de sorvetes na praia, de cervejas na festa, de Pastoral da Comunicação, de Compahia no Seminário, de irmão, confidente.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Momento Ciência

Assista o quinto Momento Ciência: Produção Ascom UFMA
http://www.youtube.com/user/TVASCOMUFMA#p/u/7/U4P-GyAha2k

Inatingível (Vinicius de Moraes)

O que sou eu, gritei um dia para o infinito
E o meu grito subiu, subiu sempre
Até se diluir na distância.
Um pássaro no alto planou vôo
E mergulhou no espaço.
Eu segui porque tinha que seguir
Com as mãos na boca, em concha
Gritando para o infinito a minha dúvida.

Mas a noite espiava a minha dúvida
E eu me deitei à beira do caminho
Vendo o vulto dos outros que passavam
Na esperança da aurora.
Eu continuo à beira do caminho
Vendo a luz do infinito
Que responde ao peregrino a imensa dúvida.

Eu estou moribundo à beira do caminho.
O dia já passou milhões de vezes
E se aproxima a noite do desfecho.
Morrerei gritando a minha ânsia
Clamando a crueldade do infinito
E os pássaros cantarão quando o dia chegar
E eu já hei de estar morto à beira do caminho.

Rio de Janeiro, 1933

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Importância dos Seminários na Igreja


“Depois, subiu ao monte e chamou os que ele quis. E foram a ele. Designou doze dentre eles para ficar em sua companhia. Ele os enviaria a pregar, com o poder de expulsar os demônios.” (Mc 3, 13-15)
Os seminários, na diocese, se identificam como o monte sobre o qual Jesus chamou os Apóstolos para o seguirem. Com o auxílio de diversas pessoas, especialmente daqueles que trabalham no SAV - Serviço de Animação Vocacional – os jovens chamados vão até Jesus no monte que é o Seminário e aí ficam em sua companhia por alguns anos. Como são importantes os Seminários numa diocese! Ali, os jovens têm a oportunidade de concluírem sua formação acadêmica - alguns ainda no ensino fundamental e médio - e aperfeiçoarem-se em sua formação integral. Posso dizer, com toda a certeza, que se não fossem os Seminários, muitos, dos que já são presbíteros, não teriam tido a oportunidade de desenvolver sua vocação sacerdotal. Chamados ao ministério presbiteral, no Seminário Menor ou no Maior, os seminaristas têm um ambiente favorável para aprofundarem e aperfeiçoarem aquilo que o Senhor iniciou em seu coração desde a mais tenra idade.
Juntamente com seus colegas, os seminaristas ficam em companhia de Jesus no período de permanência no Seminário. E ali, diariamente, por meio dos formadores, vão sendo instruídos e acompanhados vocacionalmente, da mesma forma que os Apóstolos eram acompanhados por Jesus. Durante o tempo de seminário, recebem uma sólida formação, especialmente nas dimensões humana, espiritual e intelectual.
Na dimensão humana, aprendem que “os padres precisam ser gente”, pessoas saudáveis, com uma personalidade humana capaz de facilitar aos outros, o encontro com Jesus Cristo Redentor. Ajudados pelos formadores, especialmente pelo Reitor e Diretor Espiritual, cultivam uma série de qualidades humanas, necessárias à vida sacerdotal, tais como: a educação para o amor à verdade, a lealdade, o respeito a cada pessoa, o sentido da justiça, a fidelidade à palavra dada, a verdadeira compaixão, a coerência... Na convivência com os formadores, professores e colegas, cultivando relações humanas de serena amizade e de profunda fraternidade, paulatinamente vão crescendo no amor vivo e pessoal a Jesus Cristo, Bom Pastor. Esta experiência os fortalece para que mais tarde possam assumir com liberdade e humildade a vida celibatária, tão necessária para o exercício pleno da vida sacerdotal.
Na dimensão espiritual, graças ao testemunho dos formadores que, amavelmente, acompanham os seminaristas no desenvolvimento de sua vocação, o tempo vivido no Seminário é um tempo precioso quando desenvolvem uma relação de comunhão e de amizade profunda com o Senhor. Busca-se essa amizade com Jesus por meio da fiel meditação da Palavra de Deus - a Lectio Divina - pela participação ativa dos mistérios sacrossantos da Igreja, sobretudo da Eucaristia; como também, através das orações da Liturgia das Horas, das adorações ao Santíssimo Sacramento, do santo Rosário que diariamente nos leva a amar sempre mais a Santíssima Virgem Maria - mãe de Jesus e modelo para todos os sacerdotes - da Direção Espiritual, da Confissão frequente, dos Retiros Espirituais, das conversas com os formadores, das Leituras Espirituais... Tudo isso ajuda os seminaristas a viverem em íntima comunhão e familiaridade com Deus Pai, e a buscar, com perseverança, uma amizade íntima com Jesus, com quem se configuram através da ordenação presbiteral.
Na dimensão intelectual, a vida no Seminário estimula os jovens candidatos ao sacerdócio a estudar e dá suporte para que perseverem nos estudos. Cada um é motivado firmemente a apreender os conteúdos lecionados. A formação intelectual é de suma importância em vista do ministério pastoral do presbítero chamado a enfrentar os desafios da nova evangelização. Por isso, devem estudar e aproveitar o máximo do tempo para aprimorar seus conhecimentos.
Sem uma experiência de vida no Seminário, não há condições de se ter uma formação que prepare bem - e integralmente - os jovens chamados à vida sacerdotal, sobretudo nos dias atuais quando o mundo nos atrai para satisfazermos somente nossas necessidades puramente terrenas.
“Sem dúvida, os seminários e as casas de formação constituem um lugar privilegiado - escola e casa - para a formação de discípulos e missionários. O tempo da primeira formação é uma etapa onde os futuros presbíteros compartilham a vida, a exemplo da comunidade apostólica ao redor do Cristo ressuscitado: oram juntos, celebram uma mesma liturgia que culmina com a Eucaristia, a partir da Palavra de Deus recebem os ensinamentos que vão iluminando sua mente e modelando seu coração para o exercício da caridade fraterna e da justiça, prestam serviços pastorais periodicamente a diversas comunidades, preparando-se assim para viver uma sólida espiritualidade de comunhão com Cristo Pastor e docilidade à ação do Espírito Santo, convertendo-se em sinal pessoal e atrativo de Cristo no mundo, segundo o caminho de santidade próprio do ministério sacerdotal.” (Aparecida, 316)
Tenhamos um grande amor aos nossos seminários e uma profunda gratidão pelos que ali trabalharam ou continuam trabalhando. Deus é fiel. Ele realiza sua obra com todos os que, de coração aberto e com humildade, se colocam ao seu serviço. Agradeçamos a ele pelas maravilhas que realiza na Igreja através dos seminários!
Mesmo que muitos tenham passado por eles e não tenham chegado ao sacerdócio, tenho certeza de que alí receberam uma excelente formação e que, hoje, estão na sociedade servindo o próximo de diversas formas. Os seminários estão a serviço da Igreja e da sociedade.

Dom Celso Antônio Marchiori

Eu Aprendi


Todo hora aprendemos algo de novo basta que estejamos abertos aos sinais que a vida nos oferece. recebi este email de uma amiga e resolvi postar muito bom!
Eu aprendi... 

...que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momentos mais pacíficos e maravilhosos do mundo; 
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Eu aprendi
             

...que ser gentil é mais importante do que estar certo; 

  
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Eu aprendi... 


...que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma; 

       
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Eu aprendi... 

...que não importa quanta seriedade a vida exija de você, 
cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir juntos; 

     
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Eu aprendi... 


...que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para 
segurar e um coração para nos entender; 

    
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Eu aprendi... 


.. .. que os passeios simples com meu pai em volta do quarteirão nas noites de verão quando eu era criança fizeram maravilhas para mim quando me tornei adulto; 

              
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Eu aprendi... 


...que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos; 


Eu aprendi... 

...que dinheiro não compra 'classe'; 



Eu aprendi... 


...que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular; 



              
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    Eu aprendi... 

 ...que debaixo da 'casca grossa' existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada; 

      
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Eu aprendi... 


...que Deus não fez tudo num só dia; o que me faz pensar que eu possa ? 

Eu aprendi... 

...que ignorar os fatos não os altera; 

Eu aprendi... 

...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas; 

     
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Eu aprendi... 

...que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa , é me cercar de gente mais inteligente do que eu;         


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Eu aprendi... 


...que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso;         


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Eu aprendi... 


...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa; 

Eu aprendi... 


...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda; 

Eu aprendi... 


...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu. 

Eu aprendi... 


...que Deus jamais nos dá uma cruz da qual não possamos carregar...

Eu aprendi... 


...que devemos sempre ter palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las; 

Eu aprendi... 


...que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência;  
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Eu aprendi... 


...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;


Eu aprendi... 


...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você está escalando-a; 
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Eu aprendi... 


...que só se deve dar conselho em duas ocasiões:  quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte;
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Eu aprendi... 


...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.

Eu aprendi... 

...que saudade doi...
 





Eu aprendi... 

...que só damos valor quando perdemos...

Eu aprendi... 

...que a vida é uma só... e o tempo não pára e nem volta mais... portanto temos que viver o hoje como se não houvesse o amanhã....

domingo, 27 de junho de 2010

O camiho Mudou?


Todos os dias, um homem descia no profundo da terra para cavar o sal. Levava consigo uma lanterna. Uma tarde, enquanto voltava de um túnel escuro e perigoso, sua lanterna caiu e se apagou. No começo o homem pensou ter problema. Fazia aquele percurso há tantos anos e achava que com ou sem lanterna dava no mesmo. Podia até fechar os olhos, pois sabia tudo de cor. Não precisava dela. Chegou a pensar que, sem lanterna, tinha algo a menos para carregar. Deu tudo errado. Logo que começou a dar os primeiros passos, um dos pés caiu na valeta onde corria água. Retirou o pé às pressas e imaginou que estava se esquivando da vala. Caiu na água. Levantou a cabeça e bateu nas pedras que estavam por cima.  “Como é? Será que a caminho mudou?” – disse a si mesmo. Experimentou se mexer mais um pouco, tentou avançar engatinhando. Batia contra as paredes e acabou todo arranhado. Logo reconheceu que, naquela escuridão, estava completamente perdido. Nenhum ponto de referência funcionava mais. Parou de vez. Esperou com paciência que alguém, percebendo a sua falta, fosse buscá-lo com uma lanterna, ou mesmo com um pedaço de vela.
Pode ser uma história inventada, ou um caso da vida. Com certeza todos experimentamos muita insegurança, quando ficamos na escuridão. A luz, por mais fraca que seja, faz muita falta. Podemos pensar, lembrando o evangelho deste domingo, que os samaritanos erraram em não acolher Jesus. Falaram mais alto os preconceitos e as divisões religiosas. Eu gostaria, porém, de chamar  atenção sobre o restante do evangelho, quando Jesus dá “conselhos”, se podemos chamá-los assim, aos que queriam e querem segui-lo.
Antes de falar da coragem e da determinação na decisão de sermos discípulos do Senhor, precisamos entender o que está em jogo. Muitos de nós achamos que a fé não serve para quase nada. Pensam que é mais um peso a carregar na vida. Isso acontece quando entendemos o nosso “ser cristãos” mais como um conjunto de obrigações enfadonhas e atrasadas do que um real e empolgante projeto de vida. No entanto, quem acolhe a luz da fé começa a enxergar as coisas e os casos da vida com um olhar diferente. Permitam-me chamá-lo de um olhar “libertador”. É isso que Jesus pede a quem quer segui-lo. Quem está atrás de riquezas, posição social, prestígio, logo ficará decepcionado. Jesus não tem onde deitar a cabeça. Assim também quem quer esperar que aconteçam outras coisas, e deixa a resposta ao chamado para depois, acaba sempre encontrando uma desculpa. Não é o pai, coitado e ainda vivo, que atrapalha a generosidade do possível discípulo. É o seu deixar sempre para depois. Para outra ocasião. É a famosa próxima vez que nunca chega. Assim também Jesus reclama dos que põem mão no arado, mas depois continuam a olhar para trás. Desse jeito ficam sem rumo. A vida abre-se à frente deles, mas eles olham em outra direção. Nunca se sabe se estão decididos mesmo, ou se ainda estão pensando o que fazer. O olhar deles revela claramente essa indecisão. Fazem parte daqueles que se arrependem de ter começado a seguir Jesus e gostariam voltar atrás. Existem também aqueles que não entenderam, ainda, o valor da escolha que fizeram. Tomaram uma decisão, no entanto parece que o que deixaram para trás continua sendo demasiado atraente. Nem todos conseguimos, como São Paulo, chamar de “lixo” o que não escolhemos. Isso não por falta de respeito ao mundo e às suas coisas, mas, simplesmente, porque descobrimos algo bem mais valioso.
É por isso que falei de libertação. São tantas as amarras, as correntes e as raízes que nos prendem. Quebrar ou cortar é sempre sofrido. Toda decisão é sempre renúncia de outra. Pensando bem, todos escolhemos, no final, aquilo que consideramos melhor. Para alguns o melhor é não acolher Jesus como os samaritanos. Para outros, é buscar riquezas materiais. Há  ainda os que consideram  melhor esperar toda a vida, deixando sempre para depois. Enfim, para alguns, o melhor é o que ficou para trás. Viverão sempre arrependidos e com saudade.
O melhor é mesmo segurar a luz da fé, não deixá-la apagar nunca. Será com essa luz que viveremos novos relacionamentos com os bens, com a família, com os irmãos e com o próprio Jesus. Sejamos agradecidos se ainda seguramos esta luz acesa. Não ficaremos perdidos e saberemos para onde estamos indo.

Dom Pedro José Conti